ENTREVISTA MOSTRA CULTURAL – FAMÍLIA DA ALUNA JULIA ROMA, DO G5

Na Mostra Cultural que aconteceu no último dia 02 na Primeira, a equipe de comunicação conversou com os pais da aluna Julia Roma, do G5. Jácomo Guida e Carolina Roma, e o avô de Julia, o senhor Aloísio Roma falaram sobre a participação da Julia nos projetos da Primeira e ainda sobre a experiência dela frequentar a Escola desde os seis meses de idade. A entrevista aconteceu em frente ao projeto que a aluna desenvolveu no contexto do First Way, o curso de inglês da Primeira. Para essa atividade de inglês os alunos do G5 construíram um Parque de Diversões e a Julia, em frente ao Parque em miniatura, apontou para os pais e avós os elementos que ela havia criado. Para a Mostra o Parque de Diversões integrou o projeto Ilha, do 1º ano do Fundamental.

O que vocês acharam da participação da Julia no projeto de construção do Parque de Diversões?

Jácomo Guida: Mais importante do que a Julia ter desenvolvido uma parte desse projeto é o trabalho coletivo que a escola sempre desenvolve. A escola incentiva o trabalho coletivo e isso é bacana. Esse pedaço da ilha que Julia fez se liga com uma outra parte que outras crianças fizeram e agora todas as peças se uniram. Isso é o que a gente sempre vê aqui na escola.

O que pensa sobre a proposta da Escola em estruturar o ensino e a aprendizagem através de projetos?

JG: Nós dois somos engenheiros, então trabalhamos a vida inteira com projetos. Teve também o Jardim que é um outro projeto deles, que as crianças explicaram e começaram dizendo que gastaram tempo em primeiro lugar para projetar para depois concretizar.

Carolina Roma: O que eu acho legal é que as crianças fazem isso naturalmente. Aqui na escola eles vão construindo aos poucos os projetos, para depois eles terem a noção do que eles construíram. Eles têm uma apropriação desse conhecimento, que fica para eles, dessa forma não esquecem nunca mais.

Quais os ganhos que vocês acreditam que a Julia terá a partir da experiência com a Mostra Cultural, estando em uma escola como a Primeira?

CR: Acredito que o que eles ganham muito é aprende a respeitar, porque têm que respeitar as outras crianças e respeitar a opinião das outras crianças e fazer um trabalho em conjunto. Eles acabam sendo pessoas que ficam mais abertas para o diferente, com as outras pessoas, aprendem a trabalhar em grupo, aprendem a ouvir.

JG: Na vida escolar e depois na vida profissional é muito importante que você tenha dentro das suas características e personalidade, o saber ouvir, ter noções de colaboração, de como usar melhor os recursos. Eu acredito que esse tipo de coisa graças à metodologia e também bastante por conta dos professores que trabalham aqui, que são bastante dedicados e sempre muito atualizados, acho que esses conceitos estão bastante radicados na Julia. Ela demonstra isso diariamente.

De que forma?

JG: Com atitudes, as vezes com comentários que ela faz, a maneira como ela explica alguma coisa. Ela nunca traz uma conversa sem antes demonstrar de onde surgiu aquela ideia, sempre tem algum fundamento. Obviamente que tendo 5 anos e sendo criança existem frases soltas no ar, mas na maioria das vezes, e por tudo o que acontece aqui na escola ela mostra um fundamento – e ela está aqui desde os seis meses de idade.

Por que decidiram trazer a Julia para a Primeira aos seis meses de idade?

JG: Essa opção não foi fácil quando perguntamos para nós mesmos: ‘Vamos ter uma babá enquanto trabalhamos ou vamos deixar a Julia em uma escola?’ A gente fez essa aposta e foi uma aposta verdadeiramente correta. Ela está aqui desde os seis meses e em período integral.

CR: Ela é assim, chega as 8h da manhã, eu venho buscar as 18:30h – as vezes 19h, e ela não quer ir embora. Por ela continuaria aqui.

Como o senhor tem percebido a sua neta principalmente nesta fase de transição para o Fundamental?

Aloísio Roma: Fico contente em saber que eles foram pelo caminho correto de ter escolhido uma boa escola. Ela já começa num degrau muito mais alto que a maioria das crianças da idade dela e isso é uma coisa bonita de ver, de sentir. Eles têm essa educação, a arte e a possibilidade de mostrar aquilo que eles têm dentro de si.

Imagino que as perguntas que ela faz são daquelas que a gente precisa pensar antes de responder?

AR: Ela não degenerou, puxou a mãe (risos). Ela é muito inteligente e faz perguntas intrigantes realmente, mas a gente sabe sair dessas situações.

By | 2017-12-07T10:09:42+00:00 dezembro 5th, 2017|Sem categoria|0 Comments

Leave A Comment